É PRECISO SABER O RITO DE SER OFICIAL.
"ALGUMAS PESSOAS ALCANÇAM O SUCESSO PORQUE ESTÃO DESTINADAS A TÊ-LO, MAS A MAIORIA PORQUE ESTÁ RESOLVIDA A CONQUISTÁ-LO. NÃO BASTA TER O CONHECIMENTO, É PRECISO SABER USÁ-LO, POIS O FUTURO PERTENCE ÀQUELES QUE ACREDITAM NA BELEZA DE SEUS SONHOS.(CBA-2004/2005)". ** Suspenso temporariamente Hacker ou Crackers invadiram e SPAM 25022018. - EM PROCESSO DE ACERTAR E RESTAURAR AGORA COMO SITE (DOMÍNIO PRÓPRIO EM: 06-02-2019) **
Mais uma vez, a imprensa noticiou uma medida de suposto ataque aos direitos dos servidores públicos do RS por parte do governador José Ivo Sartori. Nesta quinta-feira (21), o jornal Zero Hora publicou a matéria “Piratini prepara três pacotes de medidas contra crise no RS”, em que Sartori vai propor a revisão de benefícios aos funcionários públicos, como incorporação de função gratificada à aposentadoria, além de medidas econômicas e sobre a estrutura do Estado.
A UGEIRM Sindicato repudia este tipo de terrorismo de governo e reafirma: não aceitaremos nenhuma alteração em direitos já adquiridos! No dia 8 de junho, tem uma Assembleia Geral dos policiais civis, em Porto Alegre. O objetivo é debater a reedição de atos públicos de grande porte, como os realizados em 1997 e 2004, em conjunto com as demais categorias da Segurança Pública.
Observando bem assim: Meu Pensamento hoje depois de ler isso nas Mídias digitais da Web/Internet: 100 palavras... Pois estou arrependido do meu "Voto" que hoje assim podem estar tentando Prejudicar o "Direito Adquirido" ao invés de serem acrescidos mais vantagens para o Funcionalismo agora querem lhes prejudicar... E LEMBRANDO BEM DO TÚNEL DO TEMPO: E hoje dia 26 de outubro de 2014 eu estava apenas Votando para tirar o PT só isso e tenho dito! EU VOTEI #SARTORI15!!!
"Hoje, no Brasil, apenas 8% dos inquéritos são concluídos. Desses 8%, apenas 3% se transformam em condenações na Justiça", segundo o representante da Associação Nacional de Entidades de Praças Militares Estaduais.
A necessidade de reformulação ou aprimoramento do modelo da segurança pública no Brasil é uma unanimidade entre os representantes de associações de delegados, policiais e peritos que foram ouvidos nesta quinta-feira (14) pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Violência contra Jovens Pobres e Negros.
Algumas posições são mais extremas, como a do vice-presidente da Associação Nacional de Entidades de Praças Militares Estaduais, Heder Martins de Oliveira. Ele afirma que o modelo de segurança pública no Brasil está falido. “Hoje, no Brasil, apenas 8% dos inquéritos são concluídos. Desses 8%, apenas 3% se transformam em condenações na Justiça.”
Segundo o Mapa da Violência, o combate ao crime no Brasil mata mais policiais no País do que no resto do mundo. A representante da Associação dos Delegados de Polícia Federal, Tatiane Almeida, lembrou que 60% dos policiais militares são negros.
Uma das soluções apontadas foi a implantação no Brasil do modelo chamado de polícia de ciclo completo que consiste na atribuição à mesma corporação policial o trabalho de prevenção e apuração de crimes. Atualmente, a Polícia Militar tem caráter preventivo e ostensivo e a Polícia Civil tem função investigativa.
Violência policial
A ação violenta dos policiais não é uma orientação institucional, segundo todos os convidados, mas o comportamento violento do policial tem explicação, diz o representante da Federação dos Profissionais em Papiloscopia e Identificação, Ayran da Silva.
"Nós precisamos estabelecer uma convivência mais próxima da comunidade com a instituição policial”, defendeu Ayran. “Precisa se estabelecer relações onde se adquira maior confiança, mas a comunidade passa a ter mais medo da polícia pelo distanciamento que se criou do que daqueles que estão aliciando [para o crime]."
Esse aliciamento atinge o jovem brasileiro porque ele é alvo fácil do tráfico internacional. Segundo o representante da Associação Brasileira de Criminalística, Bruno Teles, isso ocorre por uma característica social do jovem.
"Primeiro porque ele é jovem, tem uma necessidade de inclusão social mais alta, tem uma necessidade de provar o seu valor, provar sucesso, e sucesso, atualmente, nessa sociedade que ser é ter, sucesso é dinheiro, e não tem dinheiro que paga mais em periferia do que trabalhar no tráfico de drogas", critica Bruno Teles.
Plano nacional
O presidente da CPI, Reginaldo Lopes (PT-MG), afirma que a meta da comissão é lutar por um Plano Nacional de Segurança Pública. "Há uma cultura no Brasil de discutir esse tema, mas não há uma preocupação neste País de elaborar um plano. E a CPI quer elaborar um pacto federativo e elaborar um plano também de metas nesse sentido", afirmou.
Fracasso nas investigações
O representante da Associação Brasileira de Criminalística, Bruno Teles, citou um estudo da UFRJ feito em 2007 sobre o sucesso de investigação criminal. No Rio de Janeiro, a solução de roubos e furtos é de 0,49%. No País, o índice varia entre 3 e 8%, dependendo do estado. E os números valem apenas para os crimes que viram inquérito, porque apenas 40% dos crimes são comunicados à polícia.
Segundo Bruno Teles, apenas os casos que atraem os meios de comunicação ou em que as vítimas têm melhor condição social são investigados com mais atenção. O representante da Adepol, Associação de Delegados de Polícia, João Maciel Claro, defendeu o aumento de investimentos na polícia e o aumento da pena de recolhimento do menor infrator, para igualar à punição do criminoso adulto.
Próximo passo
O próximo passo da CPI será discutir o modelo de policiamento, ouvir representantes dos seis estados com maior índice de violência e dos seis estados com menor índice para avaliar as diferenças entre as formas de tratar o assunto.
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Concordo plenamente com o que disse em comentário registrado lá do amigo: Mario Sergio | 15/05/2015 - 12h29...
A Estética Militar das PM não apresentam qualquer problema em relação a sua atuação. Desmilitarizar só enfraque Polícias que são seculares. A Polícia previne com excelência, prende e leva ao DP. O Delegado age com a lei permite. O promotor oferece a denúncia. O Juiz julga e o sistema penal não ressocializa ninguém. Antes de falar em desmilitarizar as PM, é necessário reformar o Código Penal, Código de Processo Penal, Lei de Execuções Penais e todos os sistema penal e judiciário. A PM e só a linha de frente e faz milagres, com tantos contra ela. No máximo, REMILITARIZAR...
Escrito em uma inscrição no Muro: Não te espantes diante deles porque o senhor teu Deus esta no meio de ti Deus Grande e temível... Deuteronômio 7: 21...
Musica: ''Oh Happy Day'' Arranjo e Adaptação Edwin Hawkins Singers
Tradução abaixo fair use e obs.
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Obs: A versão que conhecemos hoje e que tantos cantores gravam, é na verdade um arranjo e adaptação de Edwin Hawkins, na década de 70, para o hino escrito na metade do século XVIII pelo clérigo Phillip Doddridge, baseado em uma melodia anterior de J. A. Freylinghausen, em 1704. Na metade do século XIX, Edward F. Rimbault propôs uma nova melodia, que depois foi rearranjada pelo Hawkins, este inclusive passou a repetir "Oh Happy Day" durante a música, já que na versão original não havia essa repetição.
Tradução Musica
Oh Dia Feliz
Que dia feliz (oh dia feliz)
Que dia feliz (oh dia feliz)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Lavou meus pecados (oh dia feliz)
Que dia feliz (oh dia feliz)
La, la, la, la, la, la, la, la, la
Que dia feliz (oh dia feliz)
Que dia feliz (oh dia feliz))
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Ele lavou os meus pecados
La, la, la, la, la, la, la
Ele me ensinou como (ele me ensinou como)
Andar(andar, andar)
Lutar e rezar (lutar e rezar)
Lutar e rezar (lutar e rezar)
E ele me ensinou a viver regojizando, ele ensinou (a viver regojizando)
Oh sim, todo, todo dia (todo, todo dia)
Todo dia!
Que dia feliz (oh dia feliz)
Que dia feliz (oh dia feliz)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Quando Jesus lavou (quando Jesus lavou)
Meus pecados (oh dia feliz)
Estou falando daquele dia feliz (oh dia feliz)
Ele me ensinou a
Andar
Lutar e rezar (cantem, cantem, vamos, cantem)
Lutar e rezar
E a viver, sim, sim, vamos, todo mundo (e viver regojizando todo, todo dia)
Cantem com vontade
Que dia feliz (oh dia feliz)
Estou falando sobre os dias felizes (oh dia feliz)
Vamos e falem sobre os dias felizes (oh dia feliz)
Dias felizes (oh dia feliz) day)
Estou falando sobre o dia feliz (oh dia feliz)
Sim, eu sei que estou falando dos dias felizes (oh dia feliz)
Sim, cantem, cantem, cantem, sim, sim (oh dia feliz)
LEMBRANDO BEM: E hoje dia 26 de outubro de 2014 eu estava apenas Votando para tirar o PT só isso e tenho dito! EU VOTEI #SARTORI15!!! (GOVERNADOR)... NELES... E AGORA: Eu Apoio essa ideia... De se Fazer a Nomeação dos Aprovados em Concurso Público de 2014 para a Polícia Militar/RS e Bombeiros/RS
Parabéns para Todos da Cavalaria do Exército Brasileiro e também para os da cavalaria das Polícias Militares Brasileiras... Lembrando bem: Uma frase histórica, de quem conhece a História da Honrosa Cavalaria sabe que: ... "Quando os estribos se tocam está feita a camaradagem", significa que marchamos ombro a ombro, num espírito amigo e leal, sempre visando o bem comum, dentro dos princípios da ética profissional, da moralidade, da constância, e desprezando as posturas individualistas... Cavalaria...
Arma ligeira que transpõe os montes,
Caudais profundos, com ardor e glória,
Estrela guia em negros horizontes,
Pelo caminha da luta e da vitória. Cavalaria, Cavalaria, Tu és na guerra a nossa estrela guia!
Arma de tradição que o peito embala
Cuja história é de luz e de fulgor
Pelo choque, na carga, ela avassala
E ao inimigo impõe o seu valor. Cavalaria, Cavalaria, Tu és na guerra a nossa estrela guia!
Montado sobre o dorso deste amigo:
O cavalo que altivo nos conduz,
Levamo-lo também para o perigo,
Para lutar conosco sob a cruz. Cavalaria, Cavalaria, Tu és na guerra a nossa estrela guia!
(Os 70 anos do envio das Forças Expedicionárias Brasileiras (FEB) à Itália foram comemorados com desfile, salva de tiros e honras militares aos pracinhas... Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil).
A participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na 2ª Guerra Mundial completou 70 anos em 2015. Para comemorar a data, as Forças Armadas realizaram hoje (7) uma cerimônia militar no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, conhecido como Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, no centro do Rio de Janeiro.
O evento contou com desfile cívico militar, salva de tiros de canhão e honras militares. Ex-combatentes da FEB, incluindo veteranos do Exército que integraram as forças militares aliadas contra o nazismo, os chamados pracinhas, desfilaram em carros abertos. Participaram da cerimônia o comandante da Aeronáutica, Nivaldo Luiz Rossato, que representou o ministro da Defesa, Jacques Wagner, e o ministro do Trabalho, Manoel Dias. Eles não não falaram à imprensa.
O conflito entre países considerados potências mundiais e que deixou milhões de mortos, boa parte judeus, acabou há 70 anos. Enfrentaram-se o Eixo (Alemanha, Japão e Itália) contra os aliados (Estados Unidos, França e Inglaterra). O Brasil formou ao lado dos aliados, mandando para Europa, a partir de 1944, cerca de 25 mil soldados.
Um dos sobreviventes, o pracinha Dálvaro José de Oliveira, 95 anos, também participou da solenidade. Segundo ele, ainda hoje os pracinhas que combateram em Monte Castelo, na Itália, batalha fundamental para a vitória dos aliados, são heróis naquele país.
“O italiano nos dá mais valor que o brasileiro. Dizem que somos os libertadores deles. Reconhecem o que nós fizemos [ao enfrentar o nazismo]”, declarou Dálvaro.
No Brasil, ele se ressente do esquecimento. “Estou satisfeito por estar aqui, rever meus amigos, mas triste pela ingratidão do governo, que não se lembra dos veteranos da FEB”, acrescentou. “Desde que voltamos, recebemos apenas um pontapé no traseiro”, destacou. Dálvaro José cobra o pagamento de pensões mais altas para os que conseguiram voltar da guerra.
De acordo com dados de associações de veteranos da Força Expedicionária Brasileira, dos cerca de 25 mil soldados que partiram 3 mil voltaram feridos e 443 morreram em confronto.
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